Bom dia queridos amigos, hoje vou compartilhar com você meu texto compacto². Quem mora em Franca e região, também pode ler esta publicação no jornal Comércio da Franca, caderno Nossas Letras.
Compacto²
O homem que era livre agora vive enjaulado. Sua casa foi condensada e empilhada para comportar o aumento da população, como incluir tanta gente no programa de habitação? Disse o arquiteto do mini-prédio que ele é compacto para as necessidades do homem moderno. Tão compacto que acaba sendo um desafio colocar uma cama de casal com o casal dentro do quarto.
Para abrir a janela é necessário apenas esticar o braço sentado em seu sofá de dois lugares. O espaço de uma pessoa foi ocupado por quatro. Famílias inteiras dividem 50 metros quadrados!
Neste sistema habitacional a privacidade é um luxo não incluso! A vizinhança compartilha da sua vida e é preciso se adaptar a esta nova rotina.
Artiloka: Manhã Kultural Agita Franca: "No próximo dia 28 de maio, o Núcleo Artiloka, situado em Franca, que tem como filosofia reunir artes e artistas, fará seu segundo encontro c..."
Eu sempre tive uma atração muito grande pela cultura popular brasileira. Gosto de cores, o folclore, as danças todo o conjunto me fascina. Porém me apaixonei repentinamente pela cultura mexicana após conhecer o Dia del Muertos. A primeira vista tudo parece estranho, poi não pertence a cultura que cresci, mas o universo deles é tão rico e é impressionante como comemoram a morte assim como comemoramos a vida. Desde os astecas, acredita-se que os mortos continuam vivendo em uma outra dimensão, em plena paz de espírito. Os mexicanos celebram a data com comidas típicas, bebidas, fantasia e muita música. Acima de tudo, é uma forma de aprender a conviver com a morte.
Estou alimentando um desejo intenso de conhecer o México que não tem mais volta. Preciso me programar para ir na data do acontecimento que é de 01 e 02 de novembro. É como se fosse o nosso Dia dos Finados, mas com uma crença bem diferente.
Gostaria de compartilhar aqui um pouco do México que quero conhecer
Curiosamente quando ouvi esta música, decidi pesquisar de que época era, então descobri que além de ser de 1969, também era reconhecida como a música mais sexy do mundo, veja o texto escrito por Robson Sales para o site Fonte: http://www.atrilhasonora.com/
A música mais sexy do mundo
O francês Serge Gainsbourg pode não ser o cara mais bonito do mundo. Mesmo com orelhas grandes e olhos esbugalhados, o artista encantou as maiores musas de sua época. Pela cama de Gainsbourg passaram Brigitte Bardot, Jane Barkin, Caterine Deneuve, Isabelle Adjani, France Gall, Françoise Hardy e Vanessa Paradis, isso para ficar nas mais famosas.
O francês Serge Gainsbourg em pose para uma revista
Na arte musical, Gainsbourg sempre foi um artista versátil, fazia trilhas para cinema e gravava duetos com suas musas. Seu primeiro disco foi em 1958, ‘Du Chant à la Une!’. Porém, a canção mais famosa do francês foi “Je t’aime moi non plus”, gravada com sua esposa à época, Jane Birkin, somente 11 anos depois do primeiro LP.
“Je t’aime moi non plus” é a música mais sexy do mundo, influenciando outros músicos e sendo lembrada até hoje. Os gemidos sensuais da canção são da própria Birkin. Segundo a lenda, os dois gravaram os gemidos durante uma verdadeira noite de amor.
A imprensa francesa dizia que os gemidos, suspiros e gritinhos de prazer de Jane Birkin davam a impressão de ouvirem duas pessoas fazendo amor. A música, claro, foi taxada de indecente por alguns. A primeira vez Gainsbourg tocou em público foi em um restaurante em Paris, logo depois que lançou o single. Birkin percebeu o sucesso da canção quando os clientes começaram a deixar os garfos e as facas na mesa para prestar atenção na música.
Depois do sucesso de “Je t’aime moi non plus” com a inglesa Birkin, várias outras versões surgiram. Em 1986, o próprio Gainsbourg lançou a música com uma das maiores musas de todos os tempos: Brigitte Bardot. Novamente, diz as fofocas, os gemidos são de uma transa verdadeira.
Abri uma embalagem de bombons, lá de dentro vieram vozes sussurrantes que me impulsionavam a cometer um ato de insensatez: devorar todo conteúdo. Comer apenas um não satisfaria meu desejo incontrolável.
O rótulo do pacote era bonito, colorido, cheio de sensações positivas e a única informação que minha mente registrou era de que o produto tinha “0% gordura trans”. Automaticamente meu cérebro me disse: “come tudo que não engorda”. Isso contribuiu positivamente para diminuir a minha sensação de culpa. Pacote lascivo. Gostoso!
Apaixonei-me! Deixei-me seduzir, mas agora é tarde. O sabor marcante e acentuado do açúcar é apenas uma amarga lembrança da minha loucura.