Cursos de Arte em Franca/SP

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Crônica Natalina

 
 
Que vontade de ouvir "noite feliz" (cantado pela Simone). Comer peru com maionese amanhecida, esperar pelo Papai Noel descendo da chaminé (tenho que encomendar uma), ganhar um presente "legal" de amigo secreto (nem lembro o que ganhei no ano passado), receber cartões de Natal de políticos que eu nem conheço e nem me deram um bom dia se quer durante o ano, contribuir com dinheiro para ajudar famílias que passaram fome o ano inteiro; pegar cartinhas no correio de criancinhas pobres que só querem um IPad (eu também). Enfrentar aquelas filas quilométricas no supermercado e depois de tudo isso dar 'caixinha' (gorjeta) sorrindo para o lixeiro, guarda, faxineira, gari, flanelinha, jardineiro, pedreiro, padeiro, leiteiro, ops lá se foi o 13º; Hohoho é Natal!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Oficina que ministrei no R Design

No dia 13 de novembro ministrei uma oficina de customização na Unifran, para o R Design de Franca, veja algumas fotos e resultado dos trabalhos:




















11 de novembro (Karina Gera)

Como são doces as lembranças de novembro, num tempo nem tão distante, quando te conheci: meu sorriso camuflado, seu olhar tímido, um sentimento disfarçado, uma paixão intrometida; emoção contida? Insegurança. Bagunça de sentimentos, descobrimentos e emoções borbulhando, desejos aflorados, beijos molhados, passeio de baixo da chuva, carro atolado na lama, tinta, papel e cor e o coração apertado pela espera, alegria imensa pela sua chegada e tristeza em todas as suas partidas.
Foram tantos novembros, tantas lembranças e sentimentos que, mesmo com a chuva de novembro, este mês sempre foi ensolarado para mim.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Ciclo Seco passa!

 Li sobre isto em um blog e refleti, não é que pode ser uma verdade? Quando tudo parece ruim pode ser apenas um ciclo seco. Leia mais:

 

Ciclo seco



Nem todo mundo conhece ciclo seco, a maioria até já passou por ele. Alguns mesmo vivem desde sempre dentro dele, achando que isso é vida e eternizando o que, por ser ciclo, deveria também ser transitório. Ciclo seco é um período ruim, onde É preciso acreditar que passa, embora quando dentro dele seja difícil e quase impossível acreditar não só nisso, mas em qualquer outra coisa. Não que ciclo seco não tenha fé, o que acontece é que não podendo ver o que não é visível, fica limitado ao real.

Antes de ir em frente, é importante dizer que ciclo seco nada tem a ver com as estações do ano. É coisa de dentro do humano, não de fora, e justamente por isso não tem nenhum método: vem quando não é esperado e vai quando não se suspeita. Ciclo seco não desaba de repente sobre alguém; chega aos poucos, insidioso, lento. Quando se percebe que se instalou, geralmente é tarde demais. Já está ali. É preciso atravessá-lo como a um deserto, quando se está no meio e a água acabou. Por ser limitado ao real, o ciclo seco jamais considera a possibilidade de um oásis ou de uma caravana passando. Secamente, apenas vai em frente.

Porque o real do ciclo seco são ações, não pensamentos nem imaginações. Tanto que, visto de fora, não é visível nem identificável. Não se confunde com “depressão”, quando você deixa de fazer o que devia, ou com “euforia”, quando você faz em excesso o que não devia. Em ciclo seco faz-se exatamente o que se deve ou não, desde escovar os dentes de manhã ou beber um uísque à tardinha, mas sem prazer. Nem desprazer: em ciclo seco apenas se age, sem adjetivos. A propósito, ciclo seco não admite adjetivos — seco é apenas a maneira inexata de chamá-lo para que, dando-lhe um nome, didaticamente se possa falar nele.

E deve-se falar dele? Quero supor, entusiástico, que sim. Mas não tenho certeza se dar nome aos bois terá alguma serventia para o dono dos bois ou sequer para os próprios bois — e essa é uma reflexão típica de ciclo seco. Mas vamos dizer que sim, caso contrário paro de escrever já. E falando-se dele, diga-se ainda que ciclo seco não é bom nem mau, feio ou bonito, inteligente ou burro (…) embora possa dar uma impressão errada a quem o vê de fora, ávido por adjetivar.

Ciclo seco, por exemplo, não se interessa por nada. Pior que não ter o que dizer, ciclo seco não tem o que ouvir, compreende? Fica na mais completa indiferença seja ao terremoto no Japão ou à demissão de Vera Fischer. No plano pessoal, tanto faz ler ou não ler um livro, ir ou não ao cinema — ciclo seco é incapaz de se distrair, de se evadir. Fica voltado para dentro o tempo todo, atento a quê é um mistério, pois que pode um ciclo seco observar de si mesmo além da própria secura, se não há sequer temporais, ventanias, chuvaradas? Nesse sentido, ciclo seco é forte, porque nada vindo de fora o abala, e imutável, porque de dentro nada vem que o modifique.

E nesse sentido também é antinatural, pois tudo se transforma e ele não, simulando o eterno em sua digamos, i-na-ba-la-bi-li-da-de. E sendo assim, com alívio vou quase concluindo, pode se deduzir que… Não, não se pode deduzir nada. Só que passa, por ser ciclo, e por ser da natureza dos ciclos passar. Até lá, recomenda-se fazer modestamente o que se tem a fazer com o máximo de disciplina e ordem, sem querer novidades. Chatíssimo bem sei. Mas ciclo seco é assim mesmo.

Todo mundo tem os seus, é preciso paciência. E contemplá-lo distante como se se estivesse fora dele, e fazer de conta que não está ali para que, despeitado, vá-se logo embora e nos deixe em paz? Eu, francamente não sei. Ainda mais francamente, nem sequer sinto muito.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Literatura é arte

Incrível texto de Clarice Lispector!

Duas interpretações totalmente contrárias. Muito bom!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Exposição O Voo da Morte, 11 de setembro

Em setembro realizei uma exposição coletiva em Franca, no Núcleo Artiloka para expressarmos nossa aflição diante de um dos maiores atentados terroristas da história: o 11 de setembro. A exposição foi nomeada de nome: o voo da morte. Colocamos uma poltrona escrito: Embarque no voo 757, em frente haviam duas torres de tecido com luzes pequenas acessas. A idéia era que as pessoas se colocassem no lugar de quem encarrou de frente as duas torres e não teve a opção de escolher embarcar naquele voo ou não.
Além da instalação, a exposição trouxe ilustrações de Fabiano Freitas e textos de Talita Machiavelli e Geraldo Macedo. Confira algumas imagens:









terça-feira, 18 de outubro de 2011

Camisetas em 3D

As estampas superrealistas são da marca The Mountain, que conseguiu um efeito 3D incrível com os animais, dando a  impressão de que os bichos estão saltando da malha. Confiram, abaixo, o resultado.