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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Tempo para ser feliz (Karina Gera)

Todos estamos na mesma condição de ser feliz, independente de raça, religião e condições financeiras. A vida é um parque de diversões, uns adoram descer de montanha russa e outros têm pavor. O doce e o azedo são irmãos gêmeos, cada um escolheu ser de um jeito. Sorrir, cantar, ter prazer de viver é afirmativamente uma questão de escolha SIM! A infelicidade não nasce com a gente, nosso primeiro choro celebra a vida, a chegada a este mundo e significa que estamos vivos! Rever as atitudes e sentimentos negativos é vital. Se não é possível consertar os “descarrilhamentos” de humor sozinhos, devemos procurar orientação e pedir por ajuda. Não há nada de errado em estar de mau humor, o que não pode é se viver assim. Têm pessoas que a gente adora estar perto, são companheiras para todas as viagens, falam de coisas engraçadas, que fazem a gente rir descontroladamente, isso é tão bom!  Anda raro encontrar estas pérolas é muito mais comum toparmos com pessoas melancólicas, depressivas, agressivas, desesperadas, mexeriqueiras, desanimadas, desmotivadas e com o botão “reclamite” ativado. Geralmente os mau humorados já foram alguém “gente boa” que levou uma lambada da vida. Mas é muito comum vermos assim pessoas estressadas, sobrecarregadas com excesso de trabalho, atribulados com compromissos diários, são os famosos: “sem tempo”. Não ter tempo virou desculpa para tudo. Enquanto isso o tempo continua passando independente do nosso humor. Desejo que passe o seu sendo feliz!

Amanhã? (Karina Gera)

Amanhã é um novo dia
Amanhã é tarde demais
Amanhã ?
Se o amanhã não vier?

O colorido faz falta para mim (Karina Gera)


No galho mais alto da árvore, algumas sementes ainda resistiam, tremulas com a brisa do inverno e persistentes a chegada da primavera. O sol aquece cada brotinho que começa a surgir, o ruído do vento muda a melodia e dá a vez para os pássaros e sua maestria. Os frutos temiam o silêncio quando a noite caía. De manhã era uma festa e a noite calmaria, alguns morcegos rondavam o território, mas sem sincronia, não se pode comparar com a dança das andorinhas, em suas curvas acentuadas perfeitas, emitindo sons de alegria, morcegos são tristes e me dão medo.
Os galhos secos caíram e em volta das árvores e algumas folhagens secas serviram de adubo para o solo. Sei que ali, onde a paisagem está cinza, logo surgirão flores vermelhas, como as do ano passado, mas apesar deste inverno não ter sido tão intenso, parece que demorou mais a passar, senti muita falta do colorido das árvores que rodeiam meu jardim. Seja bem vinda primavera, traga de volta todas as cores para mim.


Temos mais com o que se preocupar (Karina Gera)


Segue seu curso, deita sobre seu leito e repousa inquieto pelas curvas sinuosas. Sacode, remexe, agita e expande forte sobre a cidade! As marcas das águas deixam marcas de destruição, mesmo com tanta água que caiu fica impossível não derramar lágrimas. Não foi invasão de privacidade? Estupro? Roubo? Quem consentiu? A alma chora, o corpo gela, o coração dispara, o medo apavora; e a vida?  A chuva ignora. E a Luiza? Quem se importa.

Penso, logo desisto (Karina Gera)


Um filósofo e matemático francês, René Descartes criou uma frase curiosa: “penso, logo existo”. O escritor irlandês, Oscar Wilde, escreveu que “viver é a coisa mais rara do mundo, algumas pessoas apenas existem”. Estava aqui “costurando as palavras” e percebi que em uma das frases o sentido de “existir” é  o produto de viver, pensar é vida e na segunda frase existir é passar pela vida sem usufruir de sua grandiosidade. Penso, existo, vivo? Que confusão: desisto!