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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Trabalho realizado na faculdade
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B612
Mas ela não entendia o porquê. Mais tarde descobriria a cor do machismo.
#KarinaGera
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Barulho da felicidade ( Karina Gera)
![]() |
| ilustração: Karina Gera |
Gosto de gente barulhenta sim, que ri alto, que demonstra os
sentimentos, que ouve música boa e ruim, que bebe, que fala palavrão, que come
com a mão, que se permite, que se entrega e se doa. Gosto de gente assim, que
vive! Gente feliz é muito barulhenta.
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
Vivo das letras (Karina Gera)
Por que é tão difícil falar o que se sente? Escrever sempre foi mais fácil para mim. Me expresso melhor através das letrinhas, mas sei que elas não traduzem todos os meus sentimentos. Letras não medem o timbre da minha voz, letras não transpõem minha respiração, letras não refletem o brilho dos meus olhos, mas as letras me permitem tangibilizar meus sentimentos.
Queria uma vida bem simples, fui caminhando para uma vida que não foi a que escolhi. Me lembro muito bem que certo dia um nó na minha garganta me proibiu de dizer o que eu pensava, mas eu senti bem forte uma dúvida: "o que eu vou fazer da minha vida?"
Eu realmente não sabia naquele dia. Eu só sabia o que eu não queria ser e isso já me ajudou muito.
Passo a passo, letra a letra eu me encontrei. E caminhei para uma vida que eu nem imaginava.
Simples? nem sei mais o que é simples, mas sei que não me importo mais com coisas que antes me incomodavam, entendi que a vida empurra a gente, mesmo quando ficamos estabacados no mesmo lugar. Assim sofro menos e vivo mais.
Queria uma vida bem simples, fui caminhando para uma vida que não foi a que escolhi. Me lembro muito bem que certo dia um nó na minha garganta me proibiu de dizer o que eu pensava, mas eu senti bem forte uma dúvida: "o que eu vou fazer da minha vida?"
Eu realmente não sabia naquele dia. Eu só sabia o que eu não queria ser e isso já me ajudou muito.
Passo a passo, letra a letra eu me encontrei. E caminhei para uma vida que eu nem imaginava.
Simples? nem sei mais o que é simples, mas sei que não me importo mais com coisas que antes me incomodavam, entendi que a vida empurra a gente, mesmo quando ficamos estabacados no mesmo lugar. Assim sofro menos e vivo mais.
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
Amor agora! (Karina Gera)
Quem sabe um dia amar! Sim, um sentimento daqueles que invade do começo ao fim, sem virgulas, espaços ou reticencias. Aamor não tem intervalo, a distância sufoca a alma e deixa a gente com um vazio que ocupa todo o ser.
Estou cansada de paixão, para mim este é um sentimento de gente covarde, que tem medo de se arriscar, medo de se decepcionar. Arrisco mesmo! Quero que dê certo, quero viver um ano em um dia e colocar calor no inverno. Não tenho receio de falar o que penso e nem de demonstrar.
Quente ou frio venha correndo, sóo não venha morno e com medo!
Estou cansada de paixão, para mim este é um sentimento de gente covarde, que tem medo de se arriscar, medo de se decepcionar. Arrisco mesmo! Quero que dê certo, quero viver um ano em um dia e colocar calor no inverno. Não tenho receio de falar o que penso e nem de demonstrar.
Quente ou frio venha correndo, sóo não venha morno e com medo!
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Plástico (Karina Gera)
Tenho a sensação de que a primavera não veio, as flores que
ganhei eram de plástico e o perfume que eu desejei não pude sentir. Plástico! É
a sensação que tenho das pessoas hoje, autômatas, inexpressivas , incapazes de
exalar perfume algum. Quanto tempo dura uma flor de plástico? Espero que não
seja até a próxima primavera.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Meias verdades (Karina Gera)
Eu cubro a mesa com um tecido meio transparente, meio
reluzente, encobrir deixa tudo arrumado, coloco adornos escolhidos a dedo e
tudo fica perfeitamente alocado.
Beleza! Procuramos mascarar o feio, o que nos incomoda, o
que não nos atrai. Curta ou corte! Plástica é bom de mais! Maquiagem,
photoshop, meia calça e meias verdades.
Espetáculo! O véu esticado fez uma mesa velha servir um
jantar perfeito: comida boa, bebida gelada, papo agradável e sobremesa. Por
favor, o café eu quero bem amargo, que é para eu voltar para a realidade.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Um texto do Blog de Marla Queiroz sobre o plágio
"Quando alguém se apropria de um texto sem dar os créditos ao autor, essa pessoa se apropria de um momento, de uma história que a inspirou, da oscilação dos sentimentos, de trocas íntimas.Ela se apropria de uma transa, de um abraço, de uma vitória, de uma dor, de uma cura e de horas que foram dedicadas à elaboração daquilo. Ela se apropria de uma lembrança, de uma saudade, de uma angústia, de uma solidão, de um talento. Ela se apropria de algo que pode exemplificar exatamente o que ela queria dizer, mas que teria dito de outra forma.Ela não escreve uma história, ela escreve uma farsa.
Por mais que um texto meu pareça fluido ou que eu tenha “facilidade” em escrever, este é um ato solitário e de muita entrega. As palavras são temperamentais e, muitas vezes, arredias. Seduzi-las será sempre um desafio. Compartilhar um texto é um ato de generosidade, porque se compartilha, antes de tudo, uma nudez. E é essa honestidade que tantas vezes desanuvia o coração de alguém que descobriu que não está passando pela mesma situação sozinho. Compartilhar é uma forma de dar calor, de segurar a mão, de fazer um afago, de pedir colo. Por mais simples que seja um texto, ele sempre é fruto de muita leitura, estudo, autoconhecimento, conversa, observação e trabalho. Por isso, o autor merece respeito e consideração. Talvez algumas pessoas não saibam, mas textos são como filhos que a gente solta no mundo, mas todos eles têm uma certidão de nascimento, uma identidade, uma digital.E serão reconhecidos mesmo que desfigurados, porque têm DNA.
Marla de Queiroz
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Expressões das imagens
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Uma história de fibra (Karina Gera)
Carro brasileiro
Conquistou muitas vitórias
Criado por um engenheiro,
Que escreveu sua própria história.
Corajoso cidadão
Acreditou em seu ideal
Lutou muitas vezes sozinho:
João Augusto Amaral Gurgel.
Seu nome será sempre lembrado
E sua luta jamais será em vão
O Gurgel é um carro brasileiro
Pequeno no tamanho
Mas gigante na invenção.
Muitas vezes é melhor esquecer o que não faz bem ao coração. Em janeiro de 2009 o Alzheimer o venceu, mas sua história será relembrada para sempre e será exemplo de luta e coragem pela realização dos sonhos, mesmo quando todos estiverem contra eles.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Os nossos sentimentos
Da próxima vez que for degustar suavemente sua apetitosa refeição, lembre-se: os alimentos também tem sentimentos!
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Saudoso (Karina Gera)
Durante anos li e re-li, ouvi e jamais pude compreender a complexidade de uma palavra: saudoso. Fulano é saudoso! (Saudoso? pensava eu). As pessoas podem ser tantas coisas, podem ter tantas outras, mas esta palavra é como uma herança que você deixa para as pessoas que gostam de ti. Uns deixam fortuna, é claro, mas eu nunca tinha parado para pensar o quão interessante é deixar saudades para alguém. Está certo que a palavra “saudoso” não contém seus atributos psicológicos aqui neste texto empregados, mas quero refletir sobre os itens agregados neste contexto. Eu sinto falta de colocar os pés na areia, mas esta saudade eu posso saciar. Então como recriar um momento inesquecível ao lado de alguém que aqui já não está mais? Fecho os olhos e me transporto para um momento, lágrimas incontidas insistem em participar das minhas lembranças. O que faltou ser dito? Cobro-me! Nenhum remédio pode melhorar minha dor. Nenhuma lembrança pode preencher o vazio que fez morada no meu coração. Ninguém pode substituir sua importância. Agora entendi: saudoso!
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Arriba México
Eu sempre tive uma atração muito grande pela cultura popular brasileira. Gosto de cores, o folclore, as danças todo o conjunto me fascina. Porém me apaixonei repentinamente pela cultura mexicana após conhecer o Dia del Muertos. A primeira vista tudo parece estranho, poi não pertence a cultura que cresci, mas o universo deles é tão rico e é impressionante como comemoram a morte assim como comemoramos a vida. Desde os astecas, acredita-se que os mortos continuam vivendo em uma outra dimensão, em plena paz de espírito. Os mexicanos celebram a data com comidas típicas, bebidas, fantasia e muita música. Acima de tudo, é uma forma de aprender a conviver com a morte.
Estou alimentando um desejo intenso de conhecer o México que não tem mais volta. Preciso me programar para ir na data do acontecimento que é de 01 e 02 de novembro. É como se fosse o nosso Dia dos Finados, mas com uma crença bem diferente.
Gostaria de compartilhar aqui um pouco do México que quero conhecer
Estou alimentando um desejo intenso de conhecer o México que não tem mais volta. Preciso me programar para ir na data do acontecimento que é de 01 e 02 de novembro. É como se fosse o nosso Dia dos Finados, mas com uma crença bem diferente.
Gostaria de compartilhar aqui um pouco do México que quero conhecer
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sábado, 14 de maio de 2011
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