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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

B612


Seu planeta não era azul, dizia o pai para a menina.
Mas ela não entendia o porquê. Mais tarde descobriria a cor do machismo.

#KarinaGera

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Vivo das letras (Karina Gera)

Por que é tão difícil falar o que se sente? Escrever sempre foi mais fácil para mim. Me expresso melhor através das letrinhas, mas sei que elas não traduzem todos os meus sentimentos. Letras não medem o timbre da minha voz, letras não transpõem minha respiração, letras não refletem o brilho dos meus olhos, mas as letras me permitem tangibilizar meus sentimentos.
Queria uma vida bem simples, fui caminhando para uma vida que não foi a que escolhi. Me lembro muito bem que certo dia um nó na minha garganta me proibiu de dizer o que eu pensava, mas eu senti bem forte uma dúvida: "o que eu vou fazer da minha vida?"
Eu realmente não sabia naquele dia. Eu só sabia o que eu não queria ser e isso já me ajudou muito.
Passo a passo, letra a letra eu me encontrei. E caminhei para uma vida que eu nem imaginava.
Simples? nem sei mais o que é simples, mas sei que não me importo mais com coisas que antes me incomodavam, entendi que a vida empurra a gente, mesmo quando ficamos estabacados no mesmo lugar. Assim sofro menos e vivo mais.

sábado, 13 de outubro de 2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um texto do Blog de Marla Queiroz sobre o plágio


"Quando alguém se apropria de um texto sem dar os créditos ao autor, essa pessoa se apropria de um momento, de uma história que a inspirou, da oscilação dos sentimentos, de trocas íntimas.Ela se apropria de uma transa, de um abraço, de uma vitória, de uma dor, de uma cura e de horas que foram dedicadas à elaboração daquilo. Ela se apropria de uma lembrança, de uma saudade, de uma angústia, de uma solidão, de um talento. Ela se apropria de algo que pode exemplificar exatamente o que ela queria dizer, mas que teria dito de outra forma.Ela não escreve uma história, ela escreve uma farsa.

Por mais que um texto meu pareça fluido ou que eu tenha “facilidade” em escrever, este é um ato solitário e de muita entrega. As palavras são temperamentais e, muitas vezes, arredias. Seduzi-las será sempre um desafio. Compartilhar um texto é um ato de generosidade, porque se compartilha, antes de tudo, uma nudez. E é essa honestidade que tantas vezes desanuvia o coração de alguém que descobriu que não está passando pela mesma situação sozinho. Compartilhar é uma forma de dar calor, de segurar a mão, de fazer um afago, de pedir colo. Por mais simples que seja um texto, ele sempre é fruto de muita leitura, estudo, autoconhecimento, conversa, observação e trabalho. Por isso, o autor merece respeito e consideração. Talvez algumas pessoas não saibam, mas textos são como filhos que a gente solta no mundo, mas todos eles têm uma certidão de nascimento, uma identidade, uma digital.E serão reconhecidos mesmo que desfigurados, porque têm DNA.

Marla de Queiroz

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Os nossos sentimentos


Da próxima vez que for degustar suavemente sua apetitosa refeição, lembre-se: os alimentos também tem sentimentos!



















sábado, 30 de julho de 2011

Uma hospedagem com arte

Já pensou hospedar-se em um hotel que cada quarto tem uma parede decorada com arte de um artista diferente? No Art Factory Hostel Buenos Aires isso é possível! Art Factory Hostel Buenos Aires é uma pousada nova vanguarda centrada na qualidade, conforto e serviço personalizado, oferecendo ao mesmo tempo, um ambiente exclusivo dentro de um espaço criado e decorado por artistas e designers de todo o mundo. A pousada está convenientemente localizado no coração de San Telmo, uma mistura eclética de arquitetura colonial e contemporânea urbana situada em apenas cinco minutos a pé do centro da cidade. Há um terraço com churrasqueira, onde poderá desfrutar de um churrasco uma vez por semana e você pode assistir a espectáculos de música ao vivo, aulas de espanhol ou grupo caminhadas.

                                                           un dos quartos do hotel art

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Arriba México

Eu sempre tive uma atração muito grande pela cultura popular brasileira. Gosto de cores, o folclore, as danças todo o conjunto me fascina. Porém me apaixonei repentinamente pela cultura mexicana após conhecer o Dia del Muertos. A primeira vista tudo parece estranho, poi não pertence a cultura que cresci, mas o universo deles é tão rico e é impressionante como comemoram a morte assim como comemoramos a vida. Desde os astecas, acredita-se que os mortos continuam vivendo em uma outra dimensão, em plena paz de espírito. Os mexicanos celebram a data com comidas típicas, bebidas, fantasia e muita música. Acima de tudo, é uma forma de aprender a conviver com a morte.

Estou alimentando um desejo intenso de conhecer o México que não tem mais volta. Preciso me programar para ir na data do acontecimento que é de 01 e 02 de novembro.  É como se fosse o nosso Dia dos Finados, mas com uma crença bem diferente.

Gostaria de compartilhar aqui um pouco do México que quero conhecer