segunda-feira, 23 de julho de 2018
sábado, 21 de julho de 2018
A mãe fazia mingau,
a menina gostava quente,
a mãe polvilhava canela,
a menina comia contente.
a menina gostava quente,
a mãe polvilhava canela,
a menina comia contente.
Embalada pelo vento, sobe leve como pluma. Aventureira, escala todo o céu em direção à lua.
Quanto mais carretel, mais a pequena pipa, tímida e de papel, ganha força e coragem. Ela faz a dança dos ventos, as mãos não a dominam.
Fantoche do infinito,vítima do tempo, quando chega a tempestade fazse pausa para o encanto. Mas não é o fim do espetáculo. Ainda é possível ouvir a melodia dos ventos.
Quanto mais carretel, mais a pequena pipa, tímida e de papel, ganha força e coragem. Ela faz a dança dos ventos, as mãos não a dominam.
Fantoche do infinito,vítima do tempo, quando chega a tempestade fazse pausa para o encanto. Mas não é o fim do espetáculo. Ainda é possível ouvir a melodia dos ventos.
sábado, 21 de setembro de 2013
Roupinha de Natal (Karina Gera)
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A última vez que morri (Karina Gera)
A
primeira vez que morri,
Me
afoguei na desilusão;
A
segunda vez que morri,
Despenquei
do alto do meu orgulho;
A
terceira vez que morri,
Bati
de frente com a mágoa;
A vida
é assim,
todos
os dias morremos um pouco,
Hoje
morrerei pela última vez,
Para
renascer amanhã
E viver
para sempre ao lado do teu amor.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Trabalho realizado na faculdade
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B612
Mas ela não entendia o porquê. Mais tarde descobriria a cor do machismo.
#KarinaGera
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